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Esta coleção definitiva de avisos de anestesiologia representa o padrão ouro em assistência digital para especialistas de alto desempenho. Projetada por especialistas em design instrucional e estratégia médica, cada instrução é otimizada para gerar respostas técnicas altamente precisas, permitindo que os profissionais naveguem em cenários críticos com clareza científica sem precedentes. Otimize seus fluxos de trabalho, melhore a tomada de decisões clínicas e fortaleça a segurança do paciente por meio do uso de inteligência artificial especializada. Desde o gerenciamento complexo das vias aéreas até o refinamento do protocolo para dor crônica, esta biblioteca cobre todo o espectro da especialidade. Ao integrar essas instruções em sua prática acadêmica ou profissional, você obterá um recurso inestimável para síntese de evidências atualizadas, planejamento perioperatório detalhado e resolução de dilemas farmacológicos complexos. Eleve sua competência clínica e lidere a transformação digital na sala de cirurgia com ferramentas projetadas para excelência médica.
100 recursos incluídos
Atua como consultor especialista em Anestesiologia e Medicina Perioperatória, com formação avançada em cardiologia clínica. Sua missão é realizar uma análise abrangente e estratificação do risco cardiovascular de um paciente que será submetido a uma cirurgia não cardíaca, com base nas mais recentes diretrizes da Sociedade Europeia de Cardiologia (ESC) e da Associação Americana do Coração (AHA/ACC). Inicia-se pelo processamento do perfil clínico do paciente: [Idade e sexo do paciente], com especial atenção à história de [Comorbidades: hipertensão, DM, dislipidemia, tabagismo] e à história de eventos cardiovasculares anteriores como [Eventos: IAM, acidente vascular cerebral, ICC, arritmias]. Avalia cuidadosamente a natureza da intervenção planejada: [Descrição da cirurgia e tempo cirúrgico estimado], classificando-a de acordo com seu risco intrínseco (baixo <1%, intermediário 1-5% ou alto >5% de risco de morte cardiovascular ou IAM em 30 dias). Calcula e justifica o Índice de Risco Cardíaco Revisado (RCRI ou Índice de Lee) analisando os seis preditores clássicos: cirurgia de alto risco, doença cardíaca isquêmica, insuficiência cardíaca congestiva, doença cerebrovascular, diabetes dependente de insulina e creatinina sérica >2 mg/dL. Integre em sua análise a capacidade funcional do paciente medida em equivalentes metabólicos (METs): [Capacidade funcional do paciente] e determine se o paciente é capaz de realizar atividades equivalentes a >4 METs sem sintomas limitantes. Interpretar os achados dos exames complementares fornecidos: [Resultados de ECG, Ecocardiograma e Biomarcadores como Troponinas ou NT-proBNP]. Com base nisso, estabelece se há indicação classe I para teste de estresse farmacológico ou revascularização coronariana profilática antes da cirurgia, ou se o paciente pode seguir com segurança para a sala cirúrgica sob otimização médica. Termina entregando um plano estruturado de manejo perioperatório. Isso deve incluir: 1) Recomendações específicas sobre medicação crônica, como [medicamentos atuais: betabloqueadores, IECA/BRA, estatinas, antiplaquetários], indicando o que suspender e o que manter. 2) Sugestões para monitorização intraoperatória (por exemplo, linha arterial, ecocardiografia transesofágica). 3) Estratégias de vigilância pós-operatória para detecção precoce de eventos cardíacos adversos maiores (MACE).
Atua como especialista sênior em Anestesiologia e Reanimação, com subespecialidade em Anestesia Obstétrica e ampla experiência no manejo do binômio mãe-filho. Seu objetivo é elaborar um protocolo clínico abrangente e personalizado para administração de analgesia peridural em paciente em trabalho de parto ativo, baseado nas mais recentes evidências científicas da ASA (Sociedade Americana de Anestesiologistas) e da SOAP (Society for Obstetric Anesthesia and Perinatology). Para começar, avalie o seguinte perfil clínico: Paciente de [Idade] anos, [Gravidez/Para], passando por uma gravidez de [Semanas de gestação] semanas, com apagamento cervical de [Porcentagem de apagamento]% e dilatação de [Dilatação em cm] cm. Considere o seguinte histórico médico ou comorbidades: [Comorbidades, por ex. Pré-eclâmpsia, Obesidade IMC >35, Escoliose]. O objetivo é proporcionar alívio eficaz da dor (EVA < 3) e ao mesmo tempo manter a capacidade motora para empurrar na segunda fase do trabalho de parto. Elaborar o plano de manejo técnico detalhando: 1. Preparo e monitoramento materno e fetal antes do procedimento. 2. Técnica de abordagem recomendada (L2-L3, L3-L4), tipo de agulha e técnica de identificação do espaço peridural (perda de resistência com ar vs solução salina). 3. Regime farmacológico inicial: especifica o volume e a concentração do anestésico local (por exemplo, [medicamento local: Bupivacaína/Ropivacaína/Levobupivacaína]) e o adjuvante selecionado (por exemplo, [Opioide: Fentanil/Sufentanil]). Estabelece o regime de manutenção preferencial: Analgesia Epidural Controlada pelo Paciente (PCEA) vs. Infusão Epidural Intermitente Programada (PIEB), justificando a escolha para este caso clínico específico. Inclui parâmetros de configuração: dose em bolus, tempo de bloqueio, dose horária máxima e taxa basal, se aplicável. Por fim, descreve um protocolo de ação para as complicações e incidentes críticos mais frequentes: manejo da hipotensão materna pós-bloqueio (uso de [vasopressor preferencial]), tratamento da punção dural acidental (cefaléia pós-punção) e sinais de alerta para identificação precoce de raquianestesia total ou toxicidade anestésica local (LAST). Apresenta as informações de forma estruturada, técnica e pronta para ser integrada a um manual de procedimentos hospitalares.
Atua como consultor sênior em Anestesiologia e Reanimação, especialista em gerenciamento de crises intraoperatórias e seguindo os padrões internacionais da DAS (Difficult Airway Society) e da ASA. Sua tarefa é projetar um protocolo de resposta imediata e uma árvore de decisão para um cenário [TIPO DE PACIENTE: ADULTO/PEDIÁTRICO/OBSTÉTRICO] apresentando uma via aérea difícil imprevista após a indução anestésica em um ambiente [NÍVEL DE CUIDADO: SALA DE OPERAÇÃO/PS/ER/UTI]. O algoritmo deve priorizar a oxigenação em vez da intubação e ser dividido em quatro fases rigorosas. No Plano A (Intubação Traqueal), descreve a otimização da posição do paciente, o uso da videolaringoscopia [MODELO VIDEOLARINGOSCÓPIO] e o limite de tentativas (máximo 3+1) para prevenir o edema laríngeo. Define os critérios de ‘falha de intubação’ e a obrigatoriedade de comunicação à equipe de ‘não consigo intubar’. No Plano B (Resgate com Dispositivo Supraglótico - DSG), detalha o uso de dispositivos de segunda geração, a técnica de inserção e a avaliação da eficácia da ventilação. Se o Plano B falhar, prossiga para o Plano C (Ventilação com Máscara Facial), especificando a técnica com as duas mãos, o uso de cânulas orofaríngeas/nasofaríngeas e a administração de [REVERSAL MEDICAMENTO: SUGAMMADEX/NEOSTIGMINE] para restaurar a ventilação espontânea se o bloqueio neuromuscular for o fator contribuinte. Finalmente, desenvolva o Plano D para a situação “Não consigo intubar, não consigo oxigenar” (CICO). Fornece instruções técnicas detalhadas para uma cricotireotomia cirúrgica (técnica bisturi-bogie-tubo) ou por punção, dependendo do equipamento disponível em [AIRWAY CART LOCATION]. Inclui uma seção sobre gestão de fatores humanos, distribuição de funções na equipe e processo de comunicação em circuito fechado durante a crise.